18 agosto 2008
15 agosto 2008
...
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Não chores Lola não,
O coração partido não é o fim
São tantas ilusões a nos redimir
De tentar a mesma procura de novo
Sonhos são manequins de vitrine
Obedecendo os nossos desejos
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Você vai comprar um vestido novo
Vai mudar o penteado
Vai fumar outro cigarro
Mas o que importa é a cama vazia
Um filme sem ilusões
Não, não, não
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Você vai comprar um vestido novo
Vai mudar o penteado
Vai fumar outro cigarro
Mas o que importa é a cama vazia
Um filme sem ilusões
Não, não, não
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Não, não chores Lola,
O coração partido não é o fim
Um grande amor perdido não é o fim
Não é o fim
(Não chores Lola, Júlio Reny)
11 agosto 2008
31 julho 2008
Noite
20 julho 2008
05 junho 2008
03 junho 2008
01 junho 2008
La vida no puede esperar...
16 maio 2008
...
Por toda a minha vida
Eu vou te amar
A cada despedida
Eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar..
E cada verso meu será
Prá te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida...
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida...
24 dezembro 2007
Dramin
07 dezembro 2007
Respingos

As janelas e portas, e eu...
Fomos visitar Paraty (ou Parati?) na terça-feira.
O Centro Histórico é a principal atração.
Casas portuguesas brancas com as janelas e portas pintadas em cores contrastantes.
Ótima fundo para fotografias...
Milhares de lojinhas distribuídas pelos labirintos de construções idênticas nos distraiu pelo dia inteiro.
Lá deixei pra trás algumas patacas e arrematei bons presentes de Natal.
Num momento singular, experimentei a legítima Maria Isabel, considerada a melhor cachaça produzida na cidade, ao lado da ainda mais legítima Dona Maria, que caminhando sem sapatos surgiu no Empório da Cachaça para apurar as encomendas para o seu alambique... (que aliás fica pertinho dali, na beira do mar.)
Arrematamos o dia com um animado happy hour num dos melhores restôs da cidade.
Além de um ambiente para lá de agradável, com música ao vivo de primeira qualidade (tinha até um contrabaixo!) o Margarida Café oferece pratos apetitosos com preços honestos. Os donos (gaúchos, Gabriel!!!) são responsáveis pelos requintados acepipes que saem da cozinha envidraçada e pela adega climatizada que apresenta mais de 2500 garrafas esperando que um sedento turista vá lhes tirar a rolha...
Um simpático cusco vagueando entre as mesas complementa o clima pitoresco do lugar, que fica num charmoso casarão de esquina, em frente à Praça do Chafariz.
2. Zen e a arte de sobrevivência em barcos à vela
A regra geral par marinheiros de primeira viagem é NÃO FAÇA NADA QUE NÃO TE MANDAREM.
No Horizonte, uma placa que diz "Nadie és perfecto, expeto el capitán" deixa bem claro que tudo o que você fizer - mesmo o prosaico ato de ir ao banheiro - tem um macete oculto que só será descoberto com a supervisão do comandante.
Por favor, não entre de sapatos no barco, e por gentileza, não os deixe por aí fora de lugar, não abra portas se não for fechá-las imediatamente, não penteie os cabelos no banho e pelamordedeus, não encha as formas de gelo no freezer!
Tenha paciência com os espaços exíguos, considere a água da mesma forma que o faria no Saara e se acostume com noites com iluminação "romântica".
Saiba que, quando houver vento todos estarão gritando frases sem nexo no convés e chamando o que você conhecia como "vela", "na frente", "atrás" e "puxar" por balão, proa, popa e caçar...
Quando não tiver vento eles vão gritar também e as coisas ainda vão ter outros nomes, só que aí eles estarão chateados de verdade.
Minha recomendação é sair do caminho e procurar o canto mais recluso da embarcação para ter certeza que não vai estar atrapalhando...muito.
Um bom livro é fundamental para quem não tem cursinho de vela, e a habilidade de se colocar - sempre sorrindo - tomando sol no lugar do convés onde não cruzam cabos ou repousam cordas.
Você certamente não é perfeito, mas a viagem pode ser, se você tiver um quê de espírito budista... ;-)
Lembra da abertura dos Simpsons, em que o Homer leva na camisa uma barra de material verde-fosforecente quando encerra o expediente na usina nuclear onde trabalha?
Ontem conhecemos a Praia do Laboratório, uma estreita faixa de areia aos pés de Angra I.
O verde da água não é fosforecente, mas não se enxerga vestígio de vida na área, além das baratas marinhas...
Mergulhamos nas águas quentes da praia boa parte da tarde e ainda não nos caíram as unhas dos pés. (O Franco brilhou um pouco durante a noite, mas o lençol cobriu bem a luminosidade e dormimos tranquilos.)
4. Beira de estrada
No km 112,5 da Rio-Santos, á 15 minutos de carro da Marina do Bracuhy, está o melhor pastel de camarão que eu já comi.
O Bar do Chuveiro é fácil de localizar pelo enorme chuveiro aberto na frente do buteco. É água que vem do morro e calha muito bem pra tirar o sal (radiotivo) do corpo na volta da praia...
Os frequentadores também pedem os caldinhos de marisco e feijão para matar a fome, mas a grande pedida é o pastel.
No de camarão encontrei saboros exemplares do meu fruto-do-mar preferido, no tamanho do meu polegar!!!
Uma dúzia é suficiente para o jantar de três pessoas, que pode ter direito à sobremesa das varidades doces. Minha recomendação é o de banana com canela. Franco recomenda o de goiabada com queijo.
Todos concordam que vai ser duro encontrar pastel melhor...
5. Antes tarde do que mais tarde...
Motor consertado e estamos zarpando novamente...
O previsto é aportar em Floripa Segunda.
Inté!

Oh, captain, my captain...
03 dezembro 2007
Quando a vida te dá limões...
02 dezembro 2007
Navegar é preciso...
O nosso deu pau à meio caminho de Ilhabela.
Voltamos para o Bracuhy, meio contra à vontade, mas por orientações do comandante, que faz questão de manter o nível máximo de segurança para sua tripulação.
A saída agora é esperar a Segunda-feira, quando seu Róbson - o mecânico mágico - deve nos salvar e devolver o Horizonte ao roteiro programado.
Espero mandar notícias da bela ilha amanhã...
(Voltar de avião seria a derrota total.)

(Talvez nosso vizinho do Bracuhy, seu Samuel das casas Bahia nos dê uma carona...)
01 dezembro 2007
Todos à bordo!!!
Férias...em alto mar.
Bom, na verdade não tão alto assim.
Agora mesmo estou atracada na Marina de Bracuhy, em Angra e dá pra enxergar o fundo e os peixinhos ao redor.
Mas não vai ser sempre assim.
Saímos ontem do Piratas, também em Angra onde o Horizonte, nossa casa nos próximos dias, estava fazendo alguns reparos no estaleiro Verolme.
O Horizonte é o barco do seu Fernando Marsillac. Ele mesmo o construiu, ao longo de dez anos. Agora é o seu quinto filho.
Eu diria que o preferido. Franco já vai discordar... ;-)
O certo é que é um belo veleiro, com 54 pés e toda estrutura para nos levar daqui até Porto Alegre, no Veleiros do Sul. O estimado são cinco dias, mas podem levar até dez...(mais do que isso não, pela segurança de nossos empregos atuais.)
Ontem foi um dia de providêncas práticas, como compras de abastecimento para nossa jornada e pequenos ajustes no barco.
Hoje estamos aqui esperando o almoço e prestes à partir para Ilhabela, onde devemos passar a noite.
Amanhã à Deus pertence...
Saudações da tripulação!

31 agosto 2007
Mamãe acho que estou...
Não, não foi planejado...
E, bom... O pai NÃO É quem vocês estão pensando.
Aconteceu quando eu entrei neste site aqui http://babystrology.com/tickers/!!!
Alguma sugestão de nomes?
22 junho 2007
Então tá...
A evolução aponta para outro caminho.
http://blublu.org/sito/walls/2007/big/mix001.jpg
(Clique no link e depois na imagem para ampliar e ver onde...)
28 maio 2007
18 maio 2007
Sobram posts, falta tempo!
Não é vazio de idéias, é excesso de atividades.
(Sim. Dormir até tarde no Domingo é classificado como uma atividade.)
13 abril 2007
Não, obrigada. Frango TAMBÉM é carne...

05 abril 2007
Diário de Não Consumo
Ao que eu poderia fornecer um punhado de boas respostas: pela galopante fatura do meu cartão de crédito, pela busca de uma vida mais simples, para a adequação a um novo padrão... enfim.
Mas a verdadeira e derradeira verdade por trás da proposta de 30 dias de Consumo Zero foi um desafio informal. Meio que de mim para mim, mas através da sugestão de alguns amigos.
Acontece que faz algum tempo ouvi que se é Dependente Químico de tudo que não se consegue passar sem, por um período de no mínimo 90 dias. Se não dá pra ficar três meses sem, é dependente...
Então fui me testando.
E deu certo.
Até que encarei as Compras como um vício.
Comecei exatamente há um mês atrás. E determinei que não ia consumir nada que não fosse estritamente necessário - aí incluídos remédios, transporte, alimentação e gastos com salão de beleza. Que frugal sim, mas desmazelada não...
Dias 5 e 6 foram fáceis porque passei
enfurnada em casa lendo;
Dia 7 gastei R$ 2,00 indo ao
Centro, mas no dia 8 o gasto foi zero, por que não saí de casa;
No dia 9 peguei duas caronas pra economizar no transporte,
filei um almoço na casa da minha tia e tomei cafezinho com meu namorado. Minha
prima ganhou de presente de aniversário uma bolsa que eu tinha guardada em casa,
ainda com a etiqueta. Tremi no shopping olhando as vitrines...;
No dia 10 gastei R$ 5,00 com transporte e mais R$ 5,00 pagando a
sobremesa do jantar que meu namorado bancou;
No dia 11
propus programas culturais gratuitos e só desembolsei R$ 7,00 de transporte para
ver uma exposição no MARGS e um audiovisual no Planetário;
No dia 12 meu pai pagou o almoço;
No dia 13
gastei apenas R$ 2,00 de transporte e passei o dia trabalhando na casa da minha
mãe, onde toda a comida é FREE;
No dia 14 eu peguei carona
pra me deslocar até o salão, onde se foram R$ 83,00 para o serviço de barba,
cabelo e bigode...
No dia 15 fui convidada para almoçar por
um amigo e fui e voltei a pé. Comprei uma carteira e uma bolsa que já estavam na
minha listinha de compras previamente autorizadas e cujos valores nem me atrevo
a computar...
No dia 16 saí de casa de bicicleta e gastei
zero com transporte;
No dia 17 saí com amigos e o
transporte custou R$ 3,00 e a noite apenas R$ 15,00;
Dia 18
foram R$ 10,00 em doces e sorvetes para adoçar o Domingo;
No dia 19, uma amiga de fora chegou para visitar, e lá se foram R$
15,00 entre um almoço e café;
Dia 20 meu almoço foi uma
tigela de açaí de R$ 7,00 e uma fezinha na Mega Sena acumulada me levou mais R$
1,50;
Nos dias 21 e 22, os gastos foram só
de transporte, num total de R$ 12,00;
No dia 23 fui visitar
um amigo na Serra, a locomoção subiu para R$ 18,00. Gastei ainda R$ 4,00 num
lanchinho e R$ 12,00 para sair de noite;
No dia 24 saí com
meu amigo para almoçar e gastei R$ 25,00 numa seqüência típica italiana. Não
resisti em trazer uma lembrançinha para o namorado e desembolsei R$ 4,00 numa
cachaça de bergamota. Os custos de transporte totalizaram R$ 37,00;
Depois
dessas escorregadelas, os dias 25, 26, 27, 28 e 29 só somaram R$
3,00 de transporte;
O dia 30 veio com uma amiga de fora, e
lá se foram R$ 18,00 entre jantar e sobremesa;
Dia 31
trouxe mais amigos e um gasto de R$ 11, 00 com transporte, R$ 16,00 com almoço e
R$ 20,00 numa saída noturna;
O Domingo do dia primeiro me
levou R$ 4,00 para me locomover e R$ 13,00 para jogar conversa fora num café;
No dia 2, foram R$ 3,00 de transporte, R$ 5,10 num almoço
light para compensar os exageros do fim-de-semana e R$ 70,57 na farmácia;
Os
dias 3, 4 e 5 se passaram com
gasto zero, como que para fechar com chave de ouro, trinta dias de consumo
mínimo.
Claro que a minha rotina de trabalhar em casa facilita muito diminuir os gastos, e a cara de pau de aproveitar algumas caronas e refeições gratuitas também contaram. Mas de modo geral até fiquei bem satisfeita com o balanço geral.
Descontando-se uma grande escorregadela - que já estava prevista - e uma pequena - para agradecer os muitos almoços e jantares que o meu compreensivo e prejudicado namorado patrocinou - o saldo final pendeu para o lado positivo. Acho que gastei BEM MENOS* do que normalmente. E em comparação a um padrão de consumo que eu tive um dia tudo o que eu comprei equivaleria a uma novidade no armário.
Imagino que em breve o pessoal da Visa há de me ligar para ver se eu estou bem.
Resta saber se resisto mais 60 dias sem um modelito novo...
Ai! Os lançamentos Outono-Inverno!
P.S.: Não fui só eu que tentei, na revista Vida Simples de Fevereiro tem uma reportagem falando do assunto.
* R$ 431,17 descontando-se uns reaizinhos da bolsa e da carteira.
Eu já vi tanta coisa e ainda resta tudo pra ser visto. Queria te falar e falo, mas acho que é mais fácil de ser compreendida escrevendo. O tempo passa mais devagar que a velocidade do meu pensamento. Eu parei, mas a minha busca continua indo. Só ainda não sei onde....






