16 maio 2008
...
Por toda a minha vida
Eu vou te amar
A cada despedida
Eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar..
E cada verso meu será
Prá te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida...
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida...
24 dezembro 2007
Dramin
07 dezembro 2007
Respingos

As janelas e portas, e eu...
Fomos visitar Paraty (ou Parati?) na terça-feira.
O Centro Histórico é a principal atração.
Casas portuguesas brancas com as janelas e portas pintadas em cores contrastantes.
Ótima fundo para fotografias...
Milhares de lojinhas distribuídas pelos labirintos de construções idênticas nos distraiu pelo dia inteiro.
Lá deixei pra trás algumas patacas e arrematei bons presentes de Natal.
Num momento singular, experimentei a legítima Maria Isabel, considerada a melhor cachaça produzida na cidade, ao lado da ainda mais legítima Dona Maria, que caminhando sem sapatos surgiu no Empório da Cachaça para apurar as encomendas para o seu alambique... (que aliás fica pertinho dali, na beira do mar.)
Arrematamos o dia com um animado happy hour num dos melhores restôs da cidade.
Além de um ambiente para lá de agradável, com música ao vivo de primeira qualidade (tinha até um contrabaixo!) o Margarida Café oferece pratos apetitosos com preços honestos. Os donos (gaúchos, Gabriel!!!) são responsáveis pelos requintados acepipes que saem da cozinha envidraçada e pela adega climatizada que apresenta mais de 2500 garrafas esperando que um sedento turista vá lhes tirar a rolha...
Um simpático cusco vagueando entre as mesas complementa o clima pitoresco do lugar, que fica num charmoso casarão de esquina, em frente à Praça do Chafariz.
2. Zen e a arte de sobrevivência em barcos à vela
A regra geral par marinheiros de primeira viagem é NÃO FAÇA NADA QUE NÃO TE MANDAREM.
No Horizonte, uma placa que diz "Nadie és perfecto, expeto el capitán" deixa bem claro que tudo o que você fizer - mesmo o prosaico ato de ir ao banheiro - tem um macete oculto que só será descoberto com a supervisão do comandante.
Por favor, não entre de sapatos no barco, e por gentileza, não os deixe por aí fora de lugar, não abra portas se não for fechá-las imediatamente, não penteie os cabelos no banho e pelamordedeus, não encha as formas de gelo no freezer!
Tenha paciência com os espaços exíguos, considere a água da mesma forma que o faria no Saara e se acostume com noites com iluminação "romântica".
Saiba que, quando houver vento todos estarão gritando frases sem nexo no convés e chamando o que você conhecia como "vela", "na frente", "atrás" e "puxar" por balão, proa, popa e caçar...
Quando não tiver vento eles vão gritar também e as coisas ainda vão ter outros nomes, só que aí eles estarão chateados de verdade.
Minha recomendação é sair do caminho e procurar o canto mais recluso da embarcação para ter certeza que não vai estar atrapalhando...muito.
Um bom livro é fundamental para quem não tem cursinho de vela, e a habilidade de se colocar - sempre sorrindo - tomando sol no lugar do convés onde não cruzam cabos ou repousam cordas.
Você certamente não é perfeito, mas a viagem pode ser, se você tiver um quê de espírito budista... ;-)
Lembra da abertura dos Simpsons, em que o Homer leva na camisa uma barra de material verde-fosforecente quando encerra o expediente na usina nuclear onde trabalha?
Ontem conhecemos a Praia do Laboratório, uma estreita faixa de areia aos pés de Angra I.
O verde da água não é fosforecente, mas não se enxerga vestígio de vida na área, além das baratas marinhas...
Mergulhamos nas águas quentes da praia boa parte da tarde e ainda não nos caíram as unhas dos pés. (O Franco brilhou um pouco durante a noite, mas o lençol cobriu bem a luminosidade e dormimos tranquilos.)
4. Beira de estrada
No km 112,5 da Rio-Santos, á 15 minutos de carro da Marina do Bracuhy, está o melhor pastel de camarão que eu já comi.
O Bar do Chuveiro é fácil de localizar pelo enorme chuveiro aberto na frente do buteco. É água que vem do morro e calha muito bem pra tirar o sal (radiotivo) do corpo na volta da praia...
Os frequentadores também pedem os caldinhos de marisco e feijão para matar a fome, mas a grande pedida é o pastel.
No de camarão encontrei saboros exemplares do meu fruto-do-mar preferido, no tamanho do meu polegar!!!
Uma dúzia é suficiente para o jantar de três pessoas, que pode ter direito à sobremesa das varidades doces. Minha recomendação é o de banana com canela. Franco recomenda o de goiabada com queijo.
Todos concordam que vai ser duro encontrar pastel melhor...
5. Antes tarde do que mais tarde...
Motor consertado e estamos zarpando novamente...
O previsto é aportar em Floripa Segunda.
Inté!

Oh, captain, my captain...
03 dezembro 2007
Quando a vida te dá limões...
02 dezembro 2007
Navegar é preciso...
O nosso deu pau à meio caminho de Ilhabela.
Voltamos para o Bracuhy, meio contra à vontade, mas por orientações do comandante, que faz questão de manter o nível máximo de segurança para sua tripulação.
A saída agora é esperar a Segunda-feira, quando seu Róbson - o mecânico mágico - deve nos salvar e devolver o Horizonte ao roteiro programado.
Espero mandar notícias da bela ilha amanhã...
(Voltar de avião seria a derrota total.)

(Talvez nosso vizinho do Bracuhy, seu Samuel das casas Bahia nos dê uma carona...)
01 dezembro 2007
Todos à bordo!!!
Férias...em alto mar.
Bom, na verdade não tão alto assim.
Agora mesmo estou atracada na Marina de Bracuhy, em Angra e dá pra enxergar o fundo e os peixinhos ao redor.
Mas não vai ser sempre assim.
Saímos ontem do Piratas, também em Angra onde o Horizonte, nossa casa nos próximos dias, estava fazendo alguns reparos no estaleiro Verolme.
O Horizonte é o barco do seu Fernando Marsillac. Ele mesmo o construiu, ao longo de dez anos. Agora é o seu quinto filho.
Eu diria que o preferido. Franco já vai discordar... ;-)
O certo é que é um belo veleiro, com 54 pés e toda estrutura para nos levar daqui até Porto Alegre, no Veleiros do Sul. O estimado são cinco dias, mas podem levar até dez...(mais do que isso não, pela segurança de nossos empregos atuais.)
Ontem foi um dia de providêncas práticas, como compras de abastecimento para nossa jornada e pequenos ajustes no barco.
Hoje estamos aqui esperando o almoço e prestes à partir para Ilhabela, onde devemos passar a noite.
Amanhã à Deus pertence...
Saudações da tripulação!

31 agosto 2007
Mamãe acho que estou...
Não, não foi planejado...
E, bom... O pai NÃO É quem vocês estão pensando.
Aconteceu quando eu entrei neste site aqui http://babystrology.com/tickers/!!!
Alguma sugestão de nomes?
22 junho 2007
Então tá...
A evolução aponta para outro caminho.
http://blublu.org/sito/walls/2007/big/mix001.jpg
(Clique no link e depois na imagem para ampliar e ver onde...)
28 maio 2007
18 maio 2007
Sobram posts, falta tempo!
Não é vazio de idéias, é excesso de atividades.
(Sim. Dormir até tarde no Domingo é classificado como uma atividade.)
13 abril 2007
Não, obrigada. Frango TAMBÉM é carne...

05 abril 2007
Diário de Não Consumo
Ao que eu poderia fornecer um punhado de boas respostas: pela galopante fatura do meu cartão de crédito, pela busca de uma vida mais simples, para a adequação a um novo padrão... enfim.
Mas a verdadeira e derradeira verdade por trás da proposta de 30 dias de Consumo Zero foi um desafio informal. Meio que de mim para mim, mas através da sugestão de alguns amigos.
Acontece que faz algum tempo ouvi que se é Dependente Químico de tudo que não se consegue passar sem, por um período de no mínimo 90 dias. Se não dá pra ficar três meses sem, é dependente...
Então fui me testando.
E deu certo.
Até que encarei as Compras como um vício.
Comecei exatamente há um mês atrás. E determinei que não ia consumir nada que não fosse estritamente necessário - aí incluídos remédios, transporte, alimentação e gastos com salão de beleza. Que frugal sim, mas desmazelada não...
Dias 5 e 6 foram fáceis porque passei
enfurnada em casa lendo;
Dia 7 gastei R$ 2,00 indo ao
Centro, mas no dia 8 o gasto foi zero, por que não saí de casa;
No dia 9 peguei duas caronas pra economizar no transporte,
filei um almoço na casa da minha tia e tomei cafezinho com meu namorado. Minha
prima ganhou de presente de aniversário uma bolsa que eu tinha guardada em casa,
ainda com a etiqueta. Tremi no shopping olhando as vitrines...;
No dia 10 gastei R$ 5,00 com transporte e mais R$ 5,00 pagando a
sobremesa do jantar que meu namorado bancou;
No dia 11
propus programas culturais gratuitos e só desembolsei R$ 7,00 de transporte para
ver uma exposição no MARGS e um audiovisual no Planetário;
No dia 12 meu pai pagou o almoço;
No dia 13
gastei apenas R$ 2,00 de transporte e passei o dia trabalhando na casa da minha
mãe, onde toda a comida é FREE;
No dia 14 eu peguei carona
pra me deslocar até o salão, onde se foram R$ 83,00 para o serviço de barba,
cabelo e bigode...
No dia 15 fui convidada para almoçar por
um amigo e fui e voltei a pé. Comprei uma carteira e uma bolsa que já estavam na
minha listinha de compras previamente autorizadas e cujos valores nem me atrevo
a computar...
No dia 16 saí de casa de bicicleta e gastei
zero com transporte;
No dia 17 saí com amigos e o
transporte custou R$ 3,00 e a noite apenas R$ 15,00;
Dia 18
foram R$ 10,00 em doces e sorvetes para adoçar o Domingo;
No dia 19, uma amiga de fora chegou para visitar, e lá se foram R$
15,00 entre um almoço e café;
Dia 20 meu almoço foi uma
tigela de açaí de R$ 7,00 e uma fezinha na Mega Sena acumulada me levou mais R$
1,50;
Nos dias 21 e 22, os gastos foram só
de transporte, num total de R$ 12,00;
No dia 23 fui visitar
um amigo na Serra, a locomoção subiu para R$ 18,00. Gastei ainda R$ 4,00 num
lanchinho e R$ 12,00 para sair de noite;
No dia 24 saí com
meu amigo para almoçar e gastei R$ 25,00 numa seqüência típica italiana. Não
resisti em trazer uma lembrançinha para o namorado e desembolsei R$ 4,00 numa
cachaça de bergamota. Os custos de transporte totalizaram R$ 37,00;
Depois
dessas escorregadelas, os dias 25, 26, 27, 28 e 29 só somaram R$
3,00 de transporte;
O dia 30 veio com uma amiga de fora, e
lá se foram R$ 18,00 entre jantar e sobremesa;
Dia 31
trouxe mais amigos e um gasto de R$ 11, 00 com transporte, R$ 16,00 com almoço e
R$ 20,00 numa saída noturna;
O Domingo do dia primeiro me
levou R$ 4,00 para me locomover e R$ 13,00 para jogar conversa fora num café;
No dia 2, foram R$ 3,00 de transporte, R$ 5,10 num almoço
light para compensar os exageros do fim-de-semana e R$ 70,57 na farmácia;
Os
dias 3, 4 e 5 se passaram com
gasto zero, como que para fechar com chave de ouro, trinta dias de consumo
mínimo.
Claro que a minha rotina de trabalhar em casa facilita muito diminuir os gastos, e a cara de pau de aproveitar algumas caronas e refeições gratuitas também contaram. Mas de modo geral até fiquei bem satisfeita com o balanço geral.
Descontando-se uma grande escorregadela - que já estava prevista - e uma pequena - para agradecer os muitos almoços e jantares que o meu compreensivo e prejudicado namorado patrocinou - o saldo final pendeu para o lado positivo. Acho que gastei BEM MENOS* do que normalmente. E em comparação a um padrão de consumo que eu tive um dia tudo o que eu comprei equivaleria a uma novidade no armário.
Imagino que em breve o pessoal da Visa há de me ligar para ver se eu estou bem.
Resta saber se resisto mais 60 dias sem um modelito novo...
Ai! Os lançamentos Outono-Inverno!
P.S.: Não fui só eu que tentei, na revista Vida Simples de Fevereiro tem uma reportagem falando do assunto.
* R$ 431,17 descontando-se uns reaizinhos da bolsa e da carteira.
13 março 2007
Férias do Mike
01 março 2007
Olha que mosquito BONITO!!!
BONITO não é para qualquer um..jpg)
Claro que até mesmo Docinho há de concordar que Bonito é um destino fantástico, que a cidade devia deixar a modéstia de lado e ser chamada logo de Lindo e que pode atender tanto as expectativas de crianças fãs de video game, quanto executivos sedentários e ecologistas de carpete.

Nas estradas os tucanos voam ao lado do carro e as siriemas correm elegantemente enquanto o seu motorista se concentra em desviar das crateras e evitar que a lama jogue o veículo fora da via. Mas é sempre divertido espiar um ou outro lobo atravessando o caminho, e imaginar que uma onça pode estar assistindo tudo...

Mas Docinho acredita que é melhor não visitar o município se preferir se exercitar nos corredores climatizados de um shopping center ou for muito sensível á mordidas de insetos e ameaças de ataques de animais.
28 fevereiro 2007
Fly Me To The Moon And Let Me Play Among The Stars
Férias do quê?

Ela acha chato, claro.
É úmido e um pouco escuro e nada de muito emocionante acontece por lá.
Ela sabe que existe todo um mundo lá fora e se aborrece pensando que não está aproveitando tudo que poderia.
Mike é seu companheiro de prateleira e angústias.
Eles tem um plano e o Verão é a melhor época para colocá-lo em prática.
23 janeiro 2007
Tem coisas que só acontecem comigo...

20 dezembro 2006
Caixa de sapato
Claro, durante toda infância era praticamente um frenesi, onde eu acompanhava desde fins de Novembro a tosquíssima contagem dos intervalos do SBT. (Lembra? Faltam XX dias para o Natal!!!)
Montava árvore e presépio. Ensaiava canções natalinas no colégio. Fazia lista de pedidos. Desenhava cartões.
Depois - quando eu já sabia bem que o Papai Noel era sim gordo e de barba branca, mas tinha o mesmo sobrenome que o meu - ainda curtia a coisa toda e me empenhava fazendo biscoitos, embrulhando pacotes e riscando intermináveis listas de outras atividades festivas.
Organizar amigo-secreto. Comprar roupa branca e lingerie nova. Enviar mensagens. Definir objetivos para o próximo ano.
E então, nada...
Irritação com shoppings lotados e compras desenfreadas. Fundos reduzidos. Cansaço. Muito cansaço.
Eis que não queria festa nem presente, nem felicitações nem resoluções. Só uma caixa de sapato pra entrar e me esconder até essa loucura toda de Boas Festas passar.
Mas de 1955 me disseram*:
"É preciso — é mais do que preciso, é forçoso — dar boas festas, trocar embrulhinhos, querer mais intensamente, oferecer com mais prodigalidade, manter o sorriso e, acima de tudo, esquecer tristezas e saudades. (...)
Dos planos de cada um, pouquíssimos serão transformados em realidade. (...) O melhor, portanto, é não fazer planos. Desejar somente, posto que isso sim, é humano e acalentador.
De minha parte estou disposto a esquecer todas as passadas amarguras, tudo que o destino me arranjou de ruim neste ano que finda. Ficarei somente com as lembranças do que me foi grato e me foi bom.
No mais, desejarei ficar como estou porque, se não é o que há de melhor, também não é tão ruim assim e, tudo somado, ficaram gratas alegrias. Que Deus me proporcione as coisas que sempre me foram gratas e que — Ele sabe — não chegam a fazer de mim um ambicioso.
Nada de coisas impossíveis para que a vida possa ser mais bem vivida. Apenas uma praia para janeiro, uma fantasia para fevereiro, um conhaque para junho, um livro para agosto e as mesmas vontades para dezembro."
E eu abri a caixa.
Ho, ho, ho, e tudo o mais...
* Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, em crônica publicada na revista "Manchete" nº. 193, de 31/12/55.
06 novembro 2006
EPIPHANIA
Pedaços de uma fuga que precisava ser feita e de um livro que todo mundo deveria ler.
E a revelação.
Acredito em quem escreve á um jovem poeta quando diz que "Os homens, com o auxílio das convenções, resolveram tudo facilmente e pelo lado mais fácil da facilidade; mas é claro que nos devemos agarrar-nos ao difícil. (...) O fato de uma coisa ser difícil deve ser um motivo a mais para que seja feita”.*
É óbvio que a vida verdadeira é contada por Nelson Rodrigues. Motivos pra sofrer estão na prateleira e eles são a escolha fácil.
A estrada menos percorrida não leva pra longe, aproxima.
Sou eu quem decido se gosto ou não de você e não o que você fez pra mim.
Vou dizer o que você não quer ouvir porque me faz bem e você precisa. Não porque eu esteja sempre certa, mas porque já estive errada vezes sem conta.
Acredito que o universo equilibra, e se eu resolver os seus problemas os meus se dissolverão em álcool ou ficarão tão pequenos que pisarei neles...
Serei a amiga que eu queria ter, mesmo que você não mereça.
E se não for possível, vou-me embora satisfeita porque fiz tudo o que podia.
Se antes eu era feliz e não sabia, agora eu sou feliz porque sei.
E por que eu quis assim, não por que foi o que aconteceu...
* "Cartas á um jovem poeta" de Rainer Maria Rilke
12 outubro 2006
Ovelha Negra
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus quanto tempo eu passei
Sem saber
Foi quando meu pai me disse filha
Você é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir
E sumir
Baby baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar
Baby baby
Não vale a pena esperar, oh não
Tire isso da cabeça
Ponha o resto no lugar
R.Lee
Eu já vi tanta coisa e ainda resta tudo pra ser visto. Queria te falar e falo, mas acho que é mais fácil de ser compreendida escrevendo. O tempo passa mais devagar que a velocidade do meu pensamento. Eu parei, mas a minha busca continua indo. Só ainda não sei onde....




